quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

[Especial] "WWE: Tudo soa falso, até a narração, mas é divertido" disse Patrícia Kogut

Fim de ano chegando, é tempo de retrospectivas e no wrestling não seria diferente. Então confiram um artigo escrito por Patrícia Kogut em seu blog sobre o programa WWE: Luta Livre na TV na época transmitido pelo SBT de data 29 de janeiro.

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"Vale a pena sintonizar no “WWE — Luta livre na TV” que o SBT vem exibindo aos sábados. Não apenas para ver a dança dos lutadores que fingem bater e apanhar usando figurinos espetaculares. Mas, principalmente, para ouvir os locutores, Jarbas Duarte e Michel Serdan. É muito, muito divertido, acredite. Eles fazem o possível para parecer que estão falando sério e acham o espetáculo muito natural. Mas o possível não basta. Ainda bem.

O que a gente vê no ar é mais ou menos como se um desfile de miss fosse narrado por um expert em futebol. O esforço da dupla para parecer à vontade comentando a luta não dá certo. Mas o resultado é ótimo. Exemplo: Mr Kennedy, um fortão cabeludão, está no ringue. Ele soca o adversário, o segura no chão, e sussurra algo em seu ouvido. Os locutores fingem achar normal o visual do lutador, mas dá para sentir o desconforto deles. E começa o diálogo. Locutor um: “Isso é Kennedy!”. Locutor dois: “Mr. Kennedy está fazendo isso porque acha Michaels muito metido!”. Locutor um: “Além do golpe, fica buzinando no ouvido dele." Na minha terra, isso se chama passar um sabão”. Quando a situação no ringue se inverte, eles continuam: “Olha o rosto dele, a expressão dele. Se o cara tinha problema de desvio de septo nasal, com esse soco consertou”. E mais: “Para fazer isso, tem que ser macho o cara”. No que pondera o outro: “Sei lá, ele fica jogando aquela cabeleira dele”. Por aí vai.

Numa luta que não é de verdade, nada mais adequado que uma narração que também parece falsete. “WWE” é a expressão concreta daquela frase “atirou no que viu e acertou no que não viu”

9 comentários:

Anônimo 25 de dezembro de 2008 às 04:24  

muito bom, materia interessante e boa para uma retrospectiva, continue fazendo-as cara

"Havock" Hermano 25 de dezembro de 2008 às 04:51  

Eu só num gosto a forma que ela trata o pro-wrestling (dizendo q eh uma dança), a mesma coisa q acontece com a capoeira, os dois são luta, mas o pro-wrestling vai pro entretenimento, mas se fosse "real" eu botava essa muie 5 min com o taker num hell in a Cell.

Douglas Álex 25 de dezembro de 2008 às 04:59  

Concordo contigo Havock!

Mas é a opinião dela fazer oq?

"Havock" Hermano 25 de dezembro de 2008 às 05:11  

eh neh...

(C†C) Cяyмє †yмє Cєna†ισп 25 de dezembro de 2008 às 17:12  

muito bom artigo, interessante, lembra um pouco dos dois "comédias" da narração, axo estranho tratar esse entretenimento como "dança"

... 25 de dezembro de 2008 às 17:21  

Muito bom Douglas, bela matéria, boa para dar uma relembrada, OH YEAH!

Nícolas 25 de dezembro de 2008 às 22:28  

Boa douglas...

a narração era muito divertida...eu gostava...e na akela epoca a WWE ainda parecia emocionante pra mim...

pq agora esta um tanto atars da TNA...

RS Bogo 25 de dezembro de 2008 às 22:47  

Não necessariamente, prefiro WWE...

Opiniões a parte muito interessante o artigo, mas WWE uma dança? tsc tsc

Os narradores eram pingusos, mas tentavam dar o maximo de si para melhorar a transmissão.

Parabens ai.

Unknown 3 de fevereiro de 2009 às 13:07  

Naum gostei mt do jeito q ela falou , quase esnobando eles...
Cada um tem um jeito de pensar ela por outro lado pensa q pro-wrestling é uma dancinha????
Acho q quando ela viu q tava dando ibope foi lah e começou a fazer brincadeirinhas pra todos pensassem q fosse de mentirinha...
Foi +/-